terça-feira, 21 de junho de 2011

Ontem dia 19 de Junho,  O grande Artista Francisco Buarque de Holanda, completou 67 anos. Para todos que curtem o trabalho de Chico Buarque foi um dia certamente de muita músicas, e conversas sobre, sua produção, grandes mensagens e sua trajetória  de  vida.  Por isto, aos fã reunir os amigos e familia para ouvir músicas da melhor qualidade de fato foi uma boa pedida deste final de semana. Fica também um registro, do show de Alexandre Souza  realizado neste sábado que passou lá no Centur  em homenagem  ao Chico Buarque. Ha 22 precisamente 22 anos Alexandre como fã incorrigivel de Chico realiza este evento. Foi sábado maravilhoso, Parabéns Alexandre

terça-feira, 7 de junho de 2011

Um registro da festa de despedida do Ronaldo Fenômeno

Ontem, 06 de Junho 2011, uma data marcante para o futebol brasileiro, Ronaldo Nazário ou simplesmente Ronaldo fenômeno  se despede mais uma vez da torcida brasileira na condição de jogador   da seleção brasileira. Uma festa digna, justa, e merecida, para uma pessoa  identificada com o povo brasileiro, pelo muito fez pelo futebol mundial e em particular pelo futebol brasileiro. Ronaldo deixará os Estádios onde com muita intimidade com a bola fez a alegria de muitos e em determinados momentos e so neste, teve que fazer pessoas que tanto o admiram entristecer e não tendo outra alternativa preferiam aplaudi-los. Fica aqui nosso registros, deste excepcional profissional do futebol e um cidadão  de direito comum porém profundamente diferenciado sobretudo naquilo que se propõe fazê-lo. O jogo de ontem entre Brasil  e Romênia  não teria tanto brilho se não fosse pela festa mercida ao Ronaldo realmente fenômeno do futebol. Parabéns.    

segunda-feira, 6 de junho de 2011

CRÔNICA DA SEMANA

Todos  tem falado muito sobre preservação ambiental, proteção da floresta, desmatamento, ecologia, aquecimento global, etc. Tudo muito certo e justo , como denúncia e anúncio visando a sustentabilidade do planeta. Os movimentos ambientalistas,  as Ongs protecionistas do meio ambiente tem sido incansáveis em suas lutas contra o Estado  e Governo que não tem nenhum sensibilidade ou intimidade com estas questões que também são de interesse público. são muitos os protolocos, as conferências . os colóquios, os debates acadêmicos, po´rem os efeitos  como resultados de tantas articulações parece ainda tímidos. 
Talvez fosse necessários, nos atrever em afirmar qua  a falta de maiores avanços sobre a sustentabilidade ambiental em nosso planeta e em particular em nosso país, encontre respostas na falta  ou crise profunda de percepção dos dirigentes na sociedade. O pragmatismo politico responde somente parcialmente aos problemas ambientais, principalmente por sua visão em muito casos pseudo ambientalistas e  se limite a politica de votos conforme as agendas eleitorais; Os debates acadêmicos as vezes  atropelam, deixam as pespectivas históricas de lado e se afundam em calorosos debates hermético e as vezes esquisofrênicos  com poucos resultados positivos. Os forúm mundiais continuam sendo uma alternativa  de construir um mundo possivel, porém  será preciso ajustar os passos para que estes eventos não sejam apenas para troca de informações, confraternização mundial e apelos ambientais é preciso muito mais; e finalmente os movimentos sociais ambientalistas nas suas várias matizes desde as pastorais sócio ambientais como organizações como green peace   precisaria sistematizar as viabilidades dos caminhos comuns desta lutas para que  não hajam mais  divisões em meio a tantas propostas e formulações.
Acredito que não temos que atuar isolados, como " peixe pulando solto e só dentro do aquário" é preciso avançar. Porém deixo um pouco de reflexão,  será que não estamos vivendo de fato uma profunda  crise de percepção  que nos enlaçam em tantas incerrtezas sobre o futuro do planeta ? Como temos conduzido nossa compreensão de ecologia  humana apartir das coisas que nos parecem insignificantes e que aos nossos olhos parecem invisiveis? Do cumprimento ao vizinho, a tolerância no trânsito e filas, a escuta dos filhos e de quem necessita falar ser ouvido , valorizado.  Será que já paramos para pensar como nos conduzimos em nosso cotidiano,nas relações com as pessoas, no zelo  e cuidado com aqueles que gostamos. Com estabelecemos nossos  diálogos com os opositores, com os que nos parecem diferentes. que valor, siginifcados e sentido damos as coisas, as pessoas, há tudo que com certezas mantem interconectividades com nossa teia da vida.
Ecologia também passa pelo humano e não somente pelo ambiente  com espaço  de sustentabilidade. È preciso ampliarmos nossa percepção  hum,ana e ecológica para olharmos  aos nosso lado, para nossa frente, e ao entorno de nós para assim  chegarmos de fato a entender a dimensão da floresta, como esta nos acolhe  e como reproduzimos por ingenuidade e omissão  comportamentos  as vezes não tão cordiais que agridem nossa fauna  e flora humana   a ponto  de nos tornarmos  ecocídas em potencial, inclusive nas pequenas coisas.           

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Da Belém que temos à Belém que queremos.

Belém/Pa, uma cidade que vem crescendo muito, porém carerce de uma gestão competente, que nos tire das péssimas estatisticas, que corrobora com as teses,. de uma cidade sem governo, marcada pela corrupção, pelo abandono. As eleições para a prefeitura da capital se aproxima, é preciso que o eleitor começe  a ficar mais atento para quem de fato, poderá vir  a ocupar o palácio Antonio Lemos. Enquanto isto não ocorre, a especulação imobiliária corre solta em toda cidade. No bairro da Pedreira, os preços dos aluguéis e compras de casas e apartamentos  estão custando uma fortuna, porém são vários  as construções de novos prédios principalmente na Marquês  de Herval, depois da reforma. Belém deve e tem que crescer, no entanto , será  preciso planejamento, do contrário,  a população ficará sobre constantes riscos e ameaças.  Vamos fazer de Belém, uma cidade  de boas e importantes referências para todo país.      


terça-feira, 31 de maio de 2011

CRÔNICA DA SEMANA

Todo  cidadão tem o direito à livre manifestação, principalmente diante de atos de injustiças ou violação de direitos. Porém, poderiamos partir de uma provocação será que  toda manifestação tem legitima força para aproximar  e reunir as pessoas. Porque será que diante  de alguns fatos gravissimos também não há entusiasmos para protestos. Neste final de semana a OAB organizou  a passeata contra a corrupção na Assembléia Legislativa . Será que a legitmidade do ato público encontrou o caminho do sucesso devido a mobilização feita pela Ordem. Então porque os professores alguns dias antes, não tiveram a mesma sorte,. ja que era legitimo lutar por melhorias para as escolass, para a educação, e para os profissionais da educação. Apesar de tudo, faltou alguma coisa  na mobilização dos professores se considerarmos o número expressivo de docentes principalmente  atuante no ensino público ausenter no ato, inclusive militantes histórico.
Será que as torcidas de Remo e Paysandú, não deveriam também sair as ruas para protestar contra o fracasso e a  incompetência  dos clubes ditos grandes do futebol paraense.É lamentável como os dirigentes destes clubes não se importam talvez com tamanha violência  que causam para todos os torcedores principalmente os mais apaixonados. futebol tem quer ser alegria para o povo e não espaços de dor sofrimento, e  de luto.
Ser torcedor no Pará de clubes grandes tem sido doloroso. A torcida azulina no segundo semestre não verá seu time em disputa. No paysandú o convivio com a desconfiança e com a incerteza. Então não há dúvida, torcedores do leão e do papão, está na hora de criar um ato público contra a vergonha dos times grandes .
Este ato será um marco  histórico no futebol do Pará. Fazer esta manifestação não é um ato iresponsável, ao contrário é um gesto de cidadania ativa, e quem o início de um novo ciclo. O futebol precisa de  filosofia e politização. Contra o pragmatismo dos dirigentes. O  Futebol se torna alienação  quando nao sabem seus dirigentes associar competência com paixão.      

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Crônica da Semana

Os jornais locais estão virando panfletos e dossiê sobre as intimidades  das pessoas, que talvez nem todos estejam interessados em saber. Quando a boa informação passa ao largo dos interesses público e se transforma em fofoca, temos a sensação de que fazemos parte de uma bestialidade coletiva, que nada acrescenta, nada ensina, tudo distorce e tudo irradia  negativamente e por todos os côrregos soçobra: veneno, veneno, veneno. Se este for o lugar comum de fazer comunicação, nosso caminho será vociferar entre a barbárie  e a indelicadeza. Pobres leitores! o que querem fazer de nós é um assalto de des-comunicação, agressividades, e atitudes de incivilidades bem distantes de quem concebe a democracia republicana como conquista e um bem público de todos, embora, ainda bem pouco façam questão de usufrui-lo.
Não ter opção é simplesmente doloroso e se  por numa camisa de força, é sentir-se  ridicularizado, ameaçado pelo anti jornalismo.Seria muito bom se os Barbalhos e os Maiorana, fizessem um sério debate de idéias, sobre ética na imprensa, sobre bens públicos, respeito ao leitor, ditadura e democracia na imprensa. Não  é bom nenhum um tipo de censura. Então, talvez este detentores dos maiores espaços de publicidade de massa, estejam na contramão da história do jornalismo com suas conquistas principalmente pós ditadura.  Lamento que  a ditadura ainda tenham simbolos vivos que se atiram em direção dos funcionários destas mega estrutura de poder de mercado, sem que possam defender-se e como mal maior terem que corroborar por osmose com esta insana querela, para não perderem seu ganha pão.
Ser esclarecido ou idiotizado nao depende  de qualquer informacão, seria ótimo se o povo leitor ficasse ainda que fosse um  mês sem comprar os jornais locais que hoje são identificados com parte da imprensa marron. Sobre esta atitude civica  talvez passassem a saber, que os lucros extraidos da mais valia da palavra, do verbo, pode se fazer carne que sangra pela ausência consciente dos leitores  ao se recusarem a tacanha mesquinharia. Ë bom que se diga, sem eles, os  altos lucros  que escorrem das tintas de papéis diarios não sujarão nossas mãos, nossas dignidades e nem sangrarão nossos bolsos com a indesfaçável  falta de respeito daqueles que não prestam um bom serviço, e  ficam há vociferar, soltar pela boca todos os maus presos no coração. E nos leitores  impunemente somos tragados pelos mau que saem da boca dos homens.
A lição já aprendemos, agora é a hora de dizer, se não querem entender, entreguem as chaves das portas para outros, uma vez  que a concessão  de transmissão e publicação dos jornais garantida pelo Estado simbolicamente tem a inferência de quem paga seus impostos.
Apesar dos mau tratos públicos com se estivessem em plena  estado de bárbarie, Maiorana e Barbalhos talvez aprendam  outras lições, o povo não é marionete e muito menos o divã aberto para psicanalizar suas esquesofrenias.   
Portanto, nem loucos, nem santos, nem demônios, apenas dizer que travar uma batalha de idéias, as vezes é de extrema necessidade. Porém nos querer colocar goela abaixo os entulhos de suas  malquerências  é simplesmente brincar de roleta russa no sol de meio dia na cidade de Belém.      

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Uma bela definição de AMOR

No livro o corpo e seus simbolos : uma antropologia  essencial, Jean Yves Leloup, nos presenteia com a seguinte definição sobre o amor  que quero compartilhar:

Amar não a partir de sua carência, mas amar  a partir de sua plenitude. Amar não somente  a partir de sua sede, mas amar a partir de sua fonte, de sua fonte que corre (p.82)

As pessoas não perdem a capacidade de amar mesmo que envelheçam e conheçam uma perda do desejo ou da necessidade sexual, mesmo após um acidente  ou um acontecimento dramático quando perdem esta capacidade.Estas pessoas podem se abrir a uma capacidade nova de amar , ainda não exploradas por elas. (p.83)    

DESEJO PARA TODOS UM BELO FINAL DE SEMANA.